2026 não é apenas mais um ano no calendário corporativo. Ele representa uma convergência rara de fatores que impactam diretamente a tomada de decisão estratégica: ano eleitoral, início efetivo da transição da Reforma Tributária e a aceleração definitiva da Inteligência Artificial no dia a dia das empresas.
Para muitos Boards, o instinto imediato é claro: preservar caixa. Em cenários de incerteza, cortar investimentos parece prudente. Mas como alerta Seth Godin, o caminho aparentemente “seguro” costuma ser, na prática, o mais arriscado.
Na corrida da IA, a omissão tecnológica cria uma dívida silenciosa, que nenhum ajuste fiscal futuro consegue compensar.
A pergunta real não é se o cenário está instável. Ele está. A questão é: sua TI está preparada para operar apesar disso?
Em The JOLT Effect, Matthew Dixon explica por que decisões importantes travam em ambientes complexos: não é medo de escolher errado, é medo de escolher qualquer coisa.
Esse fenômeno está acontecendo agora nos investimentos em tecnologia. Muitas empresas sabem que precisam evoluir, mas ficam paralisadas diante de perguntas como:
O problema é que, enquanto a empresa espera, o status quo trabalha contra ela. A produtividade estagna, a equipe improvisa e a concorrência avança.
Para destravar essa paralisia, é preciso entender um ponto-chave: IA não é uma solução única para todos os contextos.
A decisão correta de investimento começa entendendo onde a inteligência artificial roda no seu negócio.
Empresas que lidam com dados sensíveis, LLMs privados, engenharia, design, edição de vídeo ou criação de mídia não podem depender exclusivamente da nuvem.
Nesse cenário, a performance local é mandatória.
Processadores como AMD Ryzen™ AI e a linha Apple M-Series (do M1 Pro ao M4) se tornaram diferenciais competitivos reais. Não se trata apenas de velocidade, mas de eficiência energética, capacidade neural embarcada e menor dependência de conectividade.
Fabricantes como Lenovo e Asus vêm liderando o design de máquinas preparadas para essa nova carga computacional, onde o notebook deixa de ser um terminal e passa a ser um motor de processamento.
Aqui, hardware não é custo. É infraestrutura crítica.
Já para empresas cuja rotina gira em torno de ferramentas baseadas em browser — como ChatGPT, Copilot e CRMs inteligentes —, o gargalo muda.
Nesse caso, latência, estabilidade de conexão e ergonomia são mais relevantes do que potência extrema.
O hardware cumpre um papel de eficiência operacional: máquinas bem dimensionadas, com boa autonomia de bateria e conforto para longas jornadas. Linhas como Dell Vostro e Lenovo ThinkPad L oferecem exatamente esse equilíbrio entre custo, confiabilidade e produtividade.
O erro comum aqui é superdimensionar. O acerto é alinhar.
A maior dúvida que encontro em reuniões de Board é sobre o impacto contábil. É aqui que o modelo de Hardware as a Service (HaaS) se diferencia:
Entendemos que cada empresa tem uma meta de balanço diferente. A locação com a Plugify é agnóstica: pode ser estruturada como OPEX, preservando a liquidez imediata, ou como CAPEX (Direito de Uso), para empresas que precisam proteger seu EBITDA e margens operacionais.
Em um cenário de incerteza sobre créditos tributários, o HaaS simplifica a gestão e evita a imobilização de capital em ativos que sofrem depreciação acelerada pela IA.
Mais do que escolher marcas, o desafio é montar um portfólio inteligente de equipamentos, alinhado a diferentes níveis de uso.
Notebooks como Asus, Lenovo E14 com Ryzen™ ou Dell Pro oferecem modernidade, eficiência e excelente custo-benefício para a maioria das funções corporativas.
Modelos como MacBook Pro M1 Pro e M2 Pro (seminovos) continuam entregando performance de IA local comparável a máquinas novas, com ROI altamente otimizado.
Para cargas críticas, Dell Pro Max, Asus ProArt, MacBook M4 Pro ou M4 Pro Max atendem quem precisa de potência sem concessões.
É se sua equipe terá as ferramentas para processar a realidade que vier depois delas. Espero ter colaborado a clarear as ideias num contexto tão cheio de ruídos.