Gestão de ativos de TI: o que é e como reduz riscos

Você só controla o que consegue enxergar.
Quantos notebooks a sua empresa tem hoje? Onde está cada um? Quem está com ele? Qual sistema operacional roda? Quando deve ser trocado?
Se a resposta a essas perguntas leva minutos, a gestão de ativos funciona. Se leva dias, ou depende de uma pessoa específica, o parque está operando no escuro.
O que é gestão de ativos de TI
Gestão de ativos de TI, também chamada de ITAM, é a disciplina que acompanha os ativos de tecnologia ao longo de todo o ciclo de vida: aquisição, implantação, uso, manutenção e encerramento. Inclui hardware, software e licenças.
O tema tem normas próprias. A família ISO/IEC 19770 estabelece requisitos e diretrizes para sistemas de gestão de ativos de TI.
Gestão de ativos não é uma lista de equipamentos. É o processo que mantém essa lista correta, atualizada e útil para decisão.
Por que o inventário é a base da segurança
Os CIS Controls, um dos referenciais de segurança mais adotados pelas empresas, começam pelo inventário e controle de ativos. A lógica é direta: não se protege o que não se conhece.
Um equipamento fora do inventário não recebe atualização, não é monitorado e não é recolhido quando o colaborador sai. É um risco sem responsável.
O que controlar em cada ativo
- Identificação: número de série, patrimônio, modelo.
- Localização e responsável: onde está e com quem.
- Configuração: sistema operacional, versão, criptografia, softwares instalados.
- Estado e histórico: chamados, manutenções, substituições de peças.
- Situação contratual: garantia, locação, data de fim do contrato.
- Ciclo de vida: data de entrada e previsão de troca.
Com esses dados, decisões que hoje dependem de levantamento manual passam a ser consultas. Quantos equipamentos ainda rodam um sistema fora de suporte? A resposta está no inventário.
Indicadores para acompanhar
- Ativos com responsável identificado: percentual do parque com dono registrado.
- Ativos com sistema em suporte: percentual do parque com sistema operacional recebendo atualizações.
- Acurácia do inventário: diferença entre o registrado e o encontrado em auditoria.
- Equipamentos ociosos: ativos pagos e sem uso.
- Tempo de reposição: prazo entre a falha e o equipamento substituído.
Esses indicadores transformam a gestão de ativos em informação para o negócio. Equipamento ocioso é custo. Equipamento sem responsável é risco. Ambos entram no custo total do parque.
Planilha ou plataforma?
A planilha funciona enquanto o parque é pequeno e uma pessoa consegue mantê-la. Os sinais de que ela deixou de atender são claros:
- Existem várias versões do arquivo, e ninguém sabe qual é a correta.
- A atualização depende de lembrar de atualizar.
- Não há histórico do que aconteceu com cada equipamento.
- O inventário não conversa com o onboarding, o offboarding e o suporte.
Quando esses sinais aparecem, a gestão de ativos precisa de uma plataforma.
Gestão de ativos é rotina, não projeto
O inventário perfeito feito uma vez por ano envelhece no dia seguinte. A gestão de ativos funciona quando está integrada à rotina:
- Todo equipamento que entra é registrado antes de ser entregue.
- Todo equipamento que sai passa por recolhimento, apagamento e baixa.
- Auditorias periódicas confirmam que o registrado corresponde ao real.
Outubro é o mês da conscientização em cibersegurança. A gestão de ativos é o que mantém essa conscientização ativa nos outros onze meses.
Gali: a camada de visibilidade do ecossistema Plugify
O Gali é a plataforma da Plugify para gestão de ativos de TI. Ele dá visibilidade e rastreabilidade sobre o parque, para que as decisões sobre equipamentos sejam tomadas com dados, não com estimativas.
Decisão sem dados é aposta. Para conhecer o Gali, fale com a nossa equipe.